Este espaço foi criado para compartilhar momentos, trocar idéias, difundir a doutrina Espírita e dar visibilidade ao CEABON.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Você já pensou em receber uma carta de Deus?
Se Deus lhe escrevesse, o que será que Ele teria para lhe dizer?
Talvez a carta começasse assim:
Olá, como você acordou esta manhã?
Eu observei e esperei, pensando que você falaria Comigo, mesmo que fossem apenas umas poucas palavras, para saber Minha opinião sobre alguma coisa, ou Me agradecendo por algo de bom que lhe aconteceu ontem.
Mas, notei que você estava muito ocupado, tentando encontrar uma roupa que ficasse bem em você, para ir ao trabalho.
Então, Eu esperei outra vez. Quando você correu pela casa de um lado para outro, já arrumado para sair, Eu estava lá. Seriam certamente poucos minutos para você dizer alô, mas você estava realmente muito ocupado.
Você se deu conta de que tinha que esperar alguns minutos e os gastou sentado em uma cadeira fazendo nada. Estava apenas sentado.
Então, vi que você se levantou rapidamente e pensei que você queria falar Comigo, mas você correu ao telefone e ligou para um amigo para lhe contar as últimas novidades.
Eu vi quando você foi para o trabalho e esperei pacientemente o dia inteiro. Com todas as suas atividades, achei que você estaria realmente muito ocupado para dizer alguma coisa.
Notei que, antes do almoço, enquanto esperava a refeição, você olhou ao redor, mas não foi dessa vez. Talvez se sentisse um pouco sem jeito ou com vergonha de falar Comigo em público.
Vi quando você observou alguns de seus amigos fazendo uma breve oração antes do almoço, mas você não teve coragem.
Tudo bem! O dia ainda não havia acabado e Eu tinha esperança que você falasse Comigo hoje.
Você foi para casa e parecia que tinha muitas coisas para fazer. Depois que terminou algumas delas, ligou a televisão e gastou bastante tempo em frente à TV, curtindo a programação.
Eu esperei pacientemente, outra vez, enquanto você jantava, e mais uma vez você não falou Comigo!
Enfim, chegou a hora de ir para cama, chegou a hora de dormir...
Pensei que, naquele momento, você se lembraria de Mim, ao menos para agradecer pelo dia que passou, mas você devia estar muito cansado.
Depois que disse boa noite para a sua família, pulou na cama e dormiu rapidamente.
Tudo bem, talvez você não soubesse que Eu estou sempre ao seu lado.
Mas Eu tenho muita paciência. Muito mais do que você possa imaginar. Desejo ensinar a você como ser paciente com as outras pessoas e como ser bom.
Eu o amo tanto que espero todos os dias um sinal seu, um simples gesto, uma curta oração, um pensamento de agradecimento...
Sabe, meu filho, é muito difícil manter uma conversa sozinho, um monólogo. O bom mesmo é dialogar mas, infelizmente, você não se lembra de Mim.
Bom, amanhã você vai se levantar outra vez para um novo dia. E mais uma vez Eu estarei esperando, talvez em vão, mas com muito amor para você, desejando que você possa dar-Me alguma atenção, um pouco do seu tempo.
Tenha um bom dia!
Seu amigo, sempre presente, Deus.
Talvez esta suposta carta nada tenha a ver com você, pois você sempre se lembra de falar com Deus.
Mas, se alguma coisa lhe chamou atenção lembre-se de que, no mínimo, você deve gratidão a Deus pela vida.
Pelo fato de você estar respirando neste exato momento, por estar com saúde, por poder ouvir, falar, andar...
Enfim, agradecer a Deus por lhe ter permitido existir.
Pense nisso!
Curso de passe
O que é o passe?
O Passe Espírita ou Fluidoterapia, como é também conhecido, é uma transfusão de uma certa quantidade de energias fluídicas vitais (psíquicas) ou espirituais, utilizando-se a imposição das mãos, com o propósito de atuar em nível perispiritual, usada e ensinada por Jesus, como se vê nos Evangelhos. Origina-se das práticas de cura do Cristianismo Primitivo.
Há pessoas (médiuns passistas) que tem uma capacidade maior de absorção e armazenamento dessas energias que emanam do Fluido Cósmico Universal e da própria intimidade do Espírito. Tal capacidade as coloca em condições de transmitirem essas energias a outras criaturas que eventualmente estejam necessitando. A aglutinação dessa força se faz automaticamente e também, atendendo ao apelo do médium passista (prece) que então municiado dessa carga, transmite de suas mãos em discretos movimentos.
O Ceabon convida a todos para participar do Curso de Passe
que acontecerá no domingo dia 18 de março, ás 9:00h da manhã no salão doutrinário.
O expositor será Marcos Antônio e todos podem participar
inclusive aqueles que já são passistas, pois será uma reciclagem.O curso é
gratuito.
Esperamos sua presença.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Cartas Consoladoras
Cartas que trazem o consolo, a alegria para os corações entristecidos, o entendimento de certos fatos, uma mensagem segura para o reconforto e condução espiritual A PAZ!
Psicografia
A definição de psicografia é a faculdade de os médiuns, sob a atuação de Espíritos comunicantes, escreverem com a própria mão, ou, conforme o desenvolvimento mediúnico, com ambas as mãos, ao mesmo tempo. Há casos em que o médium não toma nenhum conhecimento do que escreve e, às vezes, enquanto o faz, conversa com os assistentes. Existe quatro meios de psicografia que são:
Psicografia Mecânica o que caracteriza o fenômeno nessa circunstância é que o médium não tem a menor consciência do que escreve; a inconsciência absoluta, nesse caso, constitui o que chamamos médiuns passivos ou mecânicos. Essa faculdade é preciosa pois não pode deixar nenhuma dúvida sobre a independência do pensamento de quem escreve.
Psicografia Intuitiva nessa situação o médium tem consciência do que escreve, embora não sejam suas as idéias escritas; ele é o que chamamos de médium intuitivo.
Psicografia Sema-mecânica no médium puramente mecânico o movimento da mão é independente da vontade; no médium semi-mecânico, o movimento é voluntário e facultativo. O médium semi-mecânico participa de dois outros movimentos: ele sente um impulso dado à mão sem que o queira, mas ao mesmo tempo tem consciência do que escreve, à medida que as palavras se formam. No primeiro, o pensamento segue o ato de escrever; no segundo, ele o precede, no terceiro, ele o acompanha. Esses últimos médiuns são os mais numerosos.
Psicografia por inspiração toda a pessoa que, seja no estado normal, seja no estado de êxtase, recebe, pelo pensamento, comunicações estranhas às suas idéias preconcebidas, pode ser colocada na categoria de médiuns inspirados; é, como vemos, uma variedade da mediunidade intuitiva, com a diferença de que a intervenção de um poder oculto aí é ainda bem menos sensível, porque no inspirado ainda é mais difícil destinguir-se o pensamento próprio do que é sugerido.
Psicografia Mecânica o que caracteriza o fenômeno nessa circunstância é que o médium não tem a menor consciência do que escreve; a inconsciência absoluta, nesse caso, constitui o que chamamos médiuns passivos ou mecânicos. Essa faculdade é preciosa pois não pode deixar nenhuma dúvida sobre a independência do pensamento de quem escreve.
Psicografia Intuitiva nessa situação o médium tem consciência do que escreve, embora não sejam suas as idéias escritas; ele é o que chamamos de médium intuitivo.
Psicografia Sema-mecânica no médium puramente mecânico o movimento da mão é independente da vontade; no médium semi-mecânico, o movimento é voluntário e facultativo. O médium semi-mecânico participa de dois outros movimentos: ele sente um impulso dado à mão sem que o queira, mas ao mesmo tempo tem consciência do que escreve, à medida que as palavras se formam. No primeiro, o pensamento segue o ato de escrever; no segundo, ele o precede, no terceiro, ele o acompanha. Esses últimos médiuns são os mais numerosos.
Psicografia por inspiração toda a pessoa que, seja no estado normal, seja no estado de êxtase, recebe, pelo pensamento, comunicações estranhas às suas idéias preconcebidas, pode ser colocada na categoria de médiuns inspirados; é, como vemos, uma variedade da mediunidade intuitiva, com a diferença de que a intervenção de um poder oculto aí é ainda bem menos sensível, porque no inspirado ainda é mais difícil destinguir-se o pensamento próprio do que é sugerido.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Perdoa Sempre
Perdoa sempre.
Auxilia aos outros, sem a preocupação de receber o amparo alheio.
Tudo aquilo que fizermos agora, será aquilo que colheremos depois.
...Consideremos, porém, que a fim de sanar os desajustes na engrenagem de nosso relacionamento recíproco, o Senhor nos concede a bênção da compaixão.
Se anotas a presença de amigos candidatos ao discernimento maior com as falhas naturais pelas quais se identificam, compadece-te deles e ampara-os com as forças ao teu alcance.
Abraça o trabalho do bem aos outros com alegria.
Aprende a colocar com o bem do próximo, na convicção de que ninguém progride a sós.
Trabalha e serve constantemente.
E certifica-te de que, onde o pensamento positivo do bem prevaleça, aí brilha o caminho do aperfeiçoamento de nossas alma para Deus, fortalecendo-nos para que estejamos na realização do melhor.
Em qualquer situação difícil, aparentemente insolúvel, usa mais paciência, porque a paciência é construção da alma sobre os alicerces da fé em Deus e, aplicando mais paciência onde estiveres, em quaisquer tribulações que, porventura, te apareçam, claramente vencerás.
Chico Xavier, obra Caminho Iluminado ditado pelo espirito de Emmanuel
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Carnaval
Absorvemos as informações contida nele.
Parábola Convidar os Pobres e Estropiados
7 – Dizia mais ainda ao que o tinha convidado: Quando deres algum jantar ou alguma ceia, não chames nem teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus vizinhos que forem ricos, para que não aconteça que também eles te convidem à sua vez, e te paguem com isso; mas quando deres algum banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos; e serás bem-aventurado, porque esses não tem com que te retribuir, mas ser-te-á isso retribuído na ressurreição dos justos. Tendo ouvido estas coisas, um dos que estavam à mesa disse para Jesus: Bem-aventurado o que comer o pão no Reino de Deus. (Lucas, XIV: 12-15).
8 – “Quando fizeres um banquete, disse Jesus, não convides os teus amigos, mas os pobres e os estropiados”. Essas palavras, absurdas, se as tomarmos ao pé da letra, são sublimes, quando procuramos entender-lhes o espírito. Jesus não poderia ter querido dizer que, em lugar dos amigos, fosse necessário reunir à mesa os mendigos da rua. Sua linguagem era quase sempre figurada, e para os homens incapazes de compreender os tons mais delicados do pensamento, precisava usar de imagem fortes, que produzissem o efeito de cores berrantes. O fundo de seu pensamento se revela por estas palavras: “E serás bem-aventurado, porque esses não têm com o que te retribuir”. O que vale dizer que não se deve fazer o bem com vistas à retribuição, mas pelo simples prazer de fazê-lo. Para tornar clara a comparação, disse: convida os pobres para o teu banquete, pois sabes que eles não podem te retribuir. E por banquete é necessário entender, não propriamente a refeição, mas a participação na abundância de que desfrutas.
Essas palavras podem também ser aplicadas em sentido mais literal. Quantos só convidam para a sua mesa os que podem, como dizem, honrá-los ou retribuir-lhes o convite. Outros, pelo contrário ficam satisfeitos de receber parentes ou amigos menos afortunados, que todos possuem. Essa é por vezes a maneira de ajudá-los disfarçadamente. Esses, sem ir buscar os cegos e os estropiados, praticam a máxima de Jesus, se o fazem por benevolência, sem ostentação, e se sabem disfarçar o benefício com sincera cordialidade.
O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap XIII
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Emmanuel fala sobre o Carnaval
Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer a apologia da loucura generalizada que adormece as consciências, nas festas carnavalescas.
É lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o título de civilização. Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.
Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.
Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.
Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos, na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.
Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras. Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem? Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades, para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.
É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.
Emmanuel- Psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier em Julho de 1939 / Revista Internacional de Espiritismo, Janeiro de 2001.
Tudo passa
Todas as coisas na Terra passam.
Os dias de dificuldade passarão...
Passarão, também, os dias de amargura e solidão.
As dores e as lágrimas passarão.
As frustrações que nos fazem chorar... Um dia passarão.
A saudade do ser querido que está longe, passará.
Os dias de tristeza... Dias de felicidade...
São lições necessárias que, na Terra, passam, deixando no espírito imortal as experiências acumuladas.
Se, hoje, para nós, é um desses dias, repleto de amargura, paremos um instante.
Elevemos o pensamento ao Alto e busquemos a voz suave da Mãe amorosa, a nos dizer carinhosamente: 'isto também passará'
E guardemos a certeza pelas próprias dificuldades já superadas que não há mal que dure para sempre,
semelhante a enorme embarcação que, às vezes, parece que vai soçobrar diante das turbulências de gigantescas ondas.
Mas isso também passará porque Jesus está no leme dessa Nau e segue com o olhar sereno de quem guarda a certeza de que a agitação faz parte do roteiro evolutivo da Humanidade e que um dia também passará.
Ele sabe que a Terra chegará a porto seguro porque essa é a sua destinação.
Assim, façamos a nossa parte o melhor que pudermos, sem esmorecimento e confiemos em Deus,
aproveitando cada segundo, cada minuto que, por certo, também passará.
Tudo passa...exceto Deus...Deus é o suficiente!
Psicografia de Chico Xavier, pelo espirito de Emmanuel
Os dias de dificuldade passarão...
Passarão, também, os dias de amargura e solidão.
As dores e as lágrimas passarão.
As frustrações que nos fazem chorar... Um dia passarão.
A saudade do ser querido que está longe, passará.
Os dias de tristeza... Dias de felicidade...
São lições necessárias que, na Terra, passam, deixando no espírito imortal as experiências acumuladas.
Se, hoje, para nós, é um desses dias, repleto de amargura, paremos um instante.
Elevemos o pensamento ao Alto e busquemos a voz suave da Mãe amorosa, a nos dizer carinhosamente: 'isto também passará'
E guardemos a certeza pelas próprias dificuldades já superadas que não há mal que dure para sempre,
semelhante a enorme embarcação que, às vezes, parece que vai soçobrar diante das turbulências de gigantescas ondas.
Mas isso também passará porque Jesus está no leme dessa Nau e segue com o olhar sereno de quem guarda a certeza de que a agitação faz parte do roteiro evolutivo da Humanidade e que um dia também passará.
Ele sabe que a Terra chegará a porto seguro porque essa é a sua destinação.
Assim, façamos a nossa parte o melhor que pudermos, sem esmorecimento e confiemos em Deus,
aproveitando cada segundo, cada minuto que, por certo, também passará.
Tudo passa...exceto Deus...Deus é o suficiente!
Psicografia de Chico Xavier, pelo espirito de Emmanuel
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Superação!
Esse vídeo só nos mostra o quanto nossos problemas são pequenos em vista dessa superação!
Acreditemos que Deus tem um proposito pra cada um de nos e que ele só dá o fardo que podemos carregar!
Analisemos nosso atos, ainda dá tempo para mudar!
O Egoísmo
11 – O egoísmo, esta chaga da humanidade, deve desaparecer da Terra, porque impede o seu progresso moral. É ao Espiritismo que cabe a tarefa de fazê-la elevar-se na hierarquia dos mundos. O egoísmo é portanto o alvo para o qual todos os verdadeiros crentes devem dirigir suas armas, suas forças e sua coragem. Digo coragem, porque esta é a qualidade mais necessária para vencer-se a si mesmo do que para vencer aos outros. Que cada qual, portanto, dedique toda a sua atenção em combatê-lo em si próprio, pois esse monstro devorador de todas as inteligências, esse filho do orgulho, é a fonte de todas as misérias terrenas. Ele é a negação da caridade, e por isso mesmo, o maior obstáculo à felicidade dos homens.
Jesus vos deu o exemplo da caridade, e Pôncio Pilatos o do egoísmo. Porque, enquanto o Justo vai percorrer as santas estações do seu martírio, Pilatos lava as mãos, dizendo: Que me importa! Disse mesmo aos judeus: Esse homem é justo, por que quereis crucificá-lo? E, no entanto, deixa que o levem ao suplício.
É a esse antagonismo da caridade e do egoísmo à invasão dessa lepra do coração humano, que o Cristianismo deve não ter ainda cumprido toda a sua missão. E é a vós, novos apóstolos da fé, que os Espíritos superiores esclarecem, que cabem a tarefa e o dever de extirpar esse mal, para dar ao Cristianismo toda a sua força e limpar o caminho dos obstáculos que lhe entravam a marcha. Expulsai o egoísmo da Terra, para que ela possa elevar-se na escala dos mundos, pois já é tempo da humanidade vestir a sua toga viril, e para isso é necessário primeiro expulsá-lo de vosso coração.
Emmanuel (Paris, 1861)
12 – Se os homens se amassem reciprocamente, a caridade seria mais bem praticada. Mas, para isso, seria necessário que vos esforçásseis no sentido de livrar o vosso coração dessa couraça que o envolve, a fim de torná-lo mais sensível ao sofrimento do próximo. O Cristo nunca se esquivava: aqueles que o procuravam, fossem quem fossem, não eram repelidos. A mulher adúltera, o criminoso, eram socorridos por ele, que jamais temeu prejudicar a sua própria reputação. Quando, pois o tomareis por modelo de todas as vossas ações? Se a caridade reinasse na Terra, o mal não dominaria, mas se apagaria envergonhado; ele se esconderia, porque em toda parte se sentiria deslocado. Seria então que o mal desapareceria; compenetrai-vos bem disso.
Começai por dar o exemplo vós mesmos. Sede caridosos para com todos, indistintamente. Esforçai-vos para não atentar nos que vos olham com desdém. Deixai a Deus cuidar de toda a justiça, pois cada dia, no seu Reino, Ele separa o joio do trigo.
O egoísmo é a negação da caridade. Ora, sem caridade não há tranqüilidade na vida social, e digo mais, não há segurança. Com o egoísmo e o orgulho, que andam de mãos dadas, essa vida será sempre uma corrida favorável ao mais esperto, uma luta de interesses, em que as mais santas afeições são calcadas aos pés, em que nem mesmo os sagrados laços de família são respeitados.
Pascal ( Sens, 1862)
O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XI
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Um modo de entender Uma nova forma de viver
Este livro foi a dica do
palestrante Jaldinei Gonçalves que fez uma belíssima explanação
da Parábola de Jesus O tesouro escondido.O Livro foi escrito
pelo Médium Francisco do Espirito Santo Neto ditado
pelo espirito de HAMMED.
"Não tivesse o homem essa admirável capacidade de pensar e
contestar, a humanidade seria um aglomerado de seres similares e inexpressivos,
nivelados de forma simplista, infrutíferos, incapazes de realizar qualquer
coisa diferenciada no Planeta". O objetivo deste livro é de levar a
todos um modo de pensar meditativo, a respeito dos ensinamentos de Jesus de
Nazaré."
"A boa absorção ou abertura de consciência acontece somente
no momento em que não nos prendemos na forma. Aprofundarmo-nos no conteúdo real
quer dizer: "Quem não quebra a noz, só lhe vê a casca". Mas para
"quebrar a noz"'' é preciso senso e noção, base e atributos que
requerem tempo para se desenvolverem convenientemente".
Parábola O tesouro escondido
"O Reino dos Céus é semelhante a um tesouro que, oculto no campo, foi achado e escondido por um homem, o qual movido pelo gozo, foi vender tudo o que possuía e comprou aquele campo" (Mateus, XIII, 44-46)
Nesta parábola tão singela tão expressiva, Jesus compara o reino dos céus a "um tesouro oculto no campo" dizendo que aquele que tem a ventura de achá-los, é tomado de tal gozo que não titubeia em dispor de todos os seus haveres para adquiri-las.
Esse tesouro, é bem de ver-se, não é senão a alma humana. "O reino dos céus está dentro de vós", dissera de outra feita o Divino Mestre, deixando bem claro que o reino celestial significa, não um lugar no espaço, mas algo que se verifica no íntimo de cada um. Geralmente, procura o homem edificar a felicidade sobre as posses materiais, a ascendência social, a fama ou a saúde, mas estas coisas são precárias e incertas, pois podem durar, no máximo, uma existência, enquanto um terremoto, uma enchente, um incêndio, os azares da fortuna, uns micróbios em seu sangue ou determinado humor em seus fluidos orgânicos não as arruinarem por completo.
Jazem ocultas, a milhões de criaturas, coisas mais belas e grandiosas: os bens espirituais, que são, aliás, os únicos valores reais e duradouros, ante os quais aquilo tudo pouco ou quase nada importa.
Possuir esses bens espirituais, as virtudes cristãs, é conquistar o reino dos céus, porque o conhecimento e o amor de Deus nos fazem desfrutar tal estado de paz e de alegria que nada e ninguém conseguirá destruir ou perturbar.
Por isso, como diz a parábola, quando alguém "descobre" no campo de si mesmo esse tesouro de tão subido valor, que é a própria alma, e a sabe imortal, e fadada a alcançar o mais excelso destino: sua integração à única Realidade Absoluta - Deus! - todas as ilusões da materialidade, todas as gloríolas do mundo, e até mesmo o bem-estar do corpo físico, se tornam de somenos importância.
Então, cheio de júbilo, sabendo que a felicidade verdadeira depende, não daquilo que se tem, mas daquilo que se é, vai "vender tudo o que possui", isto é, desprender-se das pseudo-propriedades e distinções terrenas, para cuidar precipuamente do enriquecimento de sua Consciência Espiritual, a mais preciosa das pérolas, cuja posse vale o sacrifício de todos os bens de menos valor, de tudo aquilo que considerava importante e valioso em sua vida. Não se entenda, o que seria errôneo, que a posse dos valores espirituais seja incompatível coma posse das coisas materiais. Não.
O que se quer salientar é que para o nosso progresso espiritual faz-se mister vivermos mais intensa e sinceramente em função dos ideais superiores, dedicando-Ihes maior atenção do que às aquisições materiais, que devem consstituir-se apenas um meio de realizarmos os nossos objetivos, e não um fim em si mesmo.
Quem se disponha a assim proceder, sobrepondo os interesses da alma a quaisquer outros, não deve temer que lhe venha a faltar o necessário à subsistência, porquanto Jesus nos assevera, no seu Evangelho, que, "se buscarmos primeiramente o reino de Deus e a sua justiça, todas as outras coisas nos serão dadas de acréscimo".
Parábola Do bom Samaritano
"Levantando-se um doutor da lei experimentou-o, dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? Respondeu-lhe Jesus: Que é o que está escrito na lei? como lês tu? Respondeu ele: Amarás ao Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda a sua alma, de toda a tua força e de todo o teu entendimento e ao próximo como a ti mesmo. Replicou-lhe Jesus: Respondeste bem; faze isso e viverás. Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: E quem é o meu próximo? Prosseguindo Jesus disse: Um homem descia de Jerusalém a Jericó; e caiu nas mãos de salteadores que, depois de o despirem e espancarem, se retiraram, deixando-o meio morto.
Por uma coincidência descia por aquele caminho um sacerdote; e quando o viu, passou de largo. Do mesmo modo também um levita, chegando ao lugar e vendo-o, passou de largo. Um samaritano, porém, que ia de viagem, aproximou-se do homem, e, vendo-o teve compaixão dele; e chegando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; e pondo-o sobre seu animal, levou-o para uma hospedaria e tratou-o. No dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse: Trata-o, e quanto gastares de mais, na volta to pagarei.
Qual destes três te parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores? Respondeu o doutor da lei: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Disse-lhe Jesus: Vai e faze tu o mesmo". (Lucas, X, 25-37)
O ensino propiciado por Jesus nessa edificante parábola é dos mais elucidativos. Nele podemos apreciar o exercício da caridade imparcial, despretensiosa, incondicional, em seu sentido amplo, sem limitações.O samaritano, considerado herético e apóstata pelos judeus ortodoxos, foi o paradigma tomado pelo Mestre para nos dar o ensejo de tão profundo ensinamento. O grande mérito da Parábola do Bom Samaritano é de nos provar que o indivíduo que se intitula religioso e se julga o expoente do sistema religioso oficial, nem sempre é o verdadeiro praticante das virtudes que, geralmente, são ensinadas em profusão, mas pouco exemplificadas.
O sacerdote que passou primeiramente pelo moribundo, atribuía a si qualidades excepcionais e se julgava zeloso cumpridor da lei e dos preceitos religiosos. Certamente, balbuciou algumas palavras de rogativa a Deus, em favor do homem que ali estava ferido, mas daí, até a ajuda direta a distância é enorme. O samaritano, considerado réprobo pelos judeus, porém, conscientemente cumpridor dos seus deveres humanos, não se limitou a se condoer do moribundo, e sim, achegou-se a ele e o socorreu do melhor modo possível, levando-o, em seguida, a um lugar de pouso, onde o assistiu melhor e o recomendou ao estalageiro, prontificando-se a pagar todos os gastos.
A caridade foi, ali, dispensada a um desconhecido, e quem a praticou não objetivou retribuição de espécie alguma, o que escapa à quase generalidade dos casos, pois, na Terra, a maioria daqueles que se denominam religiosos objetivam, quando fazem qualquer bem, a recompensa dos Céus, fazendo com que haja um interesse em jogo, uma expectativa de retribuição. Os samaritanos eram dissidentes do sistema religioso dos escribas e fariseus - eram os protestantes da época. O Nazareno, com o fito de demonstrar a precariedade dos ensinamentos da religião oficial, geralmente figurava os samaritanos como sendo aqueles que haviam assimilado a parte melhor da religião: a parte prática, que consiste na concretização daquilo que os ensinamentos prescrevem.
Jesus, além de nos ensinar o feito grandioso do samaritano da parábola, tomou, em outras circunstâncias, os samaritanos como modelo, haja visto o ensino em torno da mulher samaritana, (João, IV, 5-30), e o outro da cura dos dez leprosos, dentre os quais apenas um, que era samaritano, se lembrou de voltar para render graças à Deus, (Lucas, XVII, 11-19).
Não Seja Ansioso
E será que o corpo não é mais importante do que as roupas? Vejam os passarinhos que voam por aí: eles não semeiam, não colhem, nem ajuntam em depósitos. No entanto o pai que está no céu dá de comer a eles, será que vocês não valem muito mais que os passarinhos? Nenhum de vocês pode viver alguns anos mais, por se preocupar com isso.
Porque vocês estão preocupados com as roupas? vejam como crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem fazem roupas para si mesmo, mas eu afirmo que nem mesmo Salomão, sendo tão rico, usava roupas tão bonitas quanto essa flores.
É deus quem veste a erva do campo, que hoje floresce e amanhã desaparece, queimada no forno. então é claro que deus vestirá também vocês que tem uma fé tão pequena. Portanto não fiquem preocupados, dizendo: onde é que vou arrumar comida, bebidas e roupas? Os pagãos estão sempre preocupados com essas coisas. O pai de vocês, que está no céu, sabe que vocês precisam de tudo isso.
Portanto coloquem em primeiro lugar nas suas vidas o reino de Deus e aquilo que Deus quer e ele lhes dará todas as outras coisas. Por isso, não fiquem preocupados com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã trará as suas próprias preocupações, para cada dia basta suas próprias dificuldades.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Amizade
Enxuga as lágrimas e fita os céus.
Deus que te sustentou até ontem, sustentará hoje e sempre.
A sombra vale para destacar a luz, surge a dor para aumentar a alegria se as provações te feriram, esquece.
Se desenganos te amargaram a existência, não esmoreças.
Escuta a esperança no silêncio da própria alma, a falar-te de futuro e de amor, de beleza e eternidade e transforma a bênção das horas em riquezas de trabalho.
Ouvida toda sombra, a procura de mais lúz e perceberás que Deus está contigo, em teu próprio coração, a estender-te os braços abertos.
Francisco Candido Xavier, pelo espírito de Meimei.Mensagem extraída do livro “Amizade”
Parábola da Ovelha desgarrada
Esta parábola trouxe-me a mente a vida de André Luiz e tem muita relação com o que sabemos sobre esse Espírito, com letra maiúscula. Não sabemos quem é André Luiz, Isto é, quem foi na Terra em sua última encarnação entre nós...
Por seu progresso atual no plano espiritual, vemos que ele tinha muita bagagem, muita aquisição de vidas passadas. Também não sabemos que aprisco deixou, quando de sua última romagem entre nós quando, sob às vistas de seu pastor (guia), essa ovelha desgarrou-se do rebanho espiritual.
A ovelha desgarra-se do rebanho porque se deixa levar por uma vegetação mais tenra e pastando aqui e ali, vai se afastando...afastando... e quando vê já se encontra muito distante das companheiras de rebanho e não mais ouve o chamado do pastor, nem o balido das companheiras; está perdida, então se apavora e bali desesperada...
Assim pensamos que acontece com o espírito, quando deixa o aprisco, ou seja, a colônia em que estava, para se reencarnar. Uma vez na carne se esquece de tudo, de todos os compromissos! E, como a ovelha, vai se afastando aos poucos de seu pastor (espírito protetor) e dos amigos encarnados o rebanho e quando menos percebe está sozinho e perdido no meio da selva humana, envolvido em prazeres sensuais, mesas lautas, bebidas excitantes, sem ouvir o balido do rebanho, o chamamento do pastor e se acha, então, completamente emaranhado no cipoal da vida, nos espinheiros das paixões...Nada o faz despertar, nem mesmo a dor de suas criações mentais... Fica cego e surdo! E quando chega o lobo faminto e perseguidor de ovelhas desgarradas e abate a pobrezinha ¾ a morte então o deserto é triste e pavoroso,cheio de lobos famintos, produtos de suas próprias criações. Sofrimentos alucinatórios aderem, perde a última esperança e luta preso nos espinheiros que entreteceu em volta de si mesma; luta como se estivesse num lodaçal e quanto mais luta mais se agita, mais se afunda...
Até que novamente pela dor e sofrimento, lembra-se que teve um pai um amigo bondoso e, entre lágrimas de fogo, pede misericórdia; o guardião ou pastor deixa as noventa e nove ovelhas no aprisco e corre a socorrer a perdida e leva-a nos ombros.
Não foi isso mesmo o que fez o Ministro Clarêncio, deixando o seu ministério em “Nosso Lar” para socorrer e levar André Luiz nos braços amigos?
Não houve festa de regosijo pela sua chegada: o que houve foi tratamento, trabalho, estudo e muita luta, até que um dia, André Luiz voltando a Terra encontrou outro homem ocupando o seu lugar. O primeiro impulso foi de revolta por julgar-se traído; depois sentindo a realidade da vida, entrou em prece pedindo ajuda para o segundo esposo de sua viúva. Aí surgiu a sua redenção e ele, nimbado de luz, voltou volitando ao “Nosso Lar”, e então sim, foi recebido com alegria e premiado com o título de Cidadão de “Nosso Lar”.
Irmãos! Abramos os olhos, os ouvidos e principalmente o coração para ouvirmos o chamamento do nosso pastor o protetor espiritual que nos acompanha; para ouvirmos os balidos dos nossos companheiros do grupo espiritual encarnado a que estamos unidos, esquecendo os nossos desencontros, desentendimentos e ofensas para, assim, unidos vencermos a luta com amor e honestidade e seremos também um dia recebidos com alegria e festa, como o símbolo da ovelha perdida que foi achada.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Reflexão
O tempo transforma a vida, sempre para melhor. É nisso que acredito. À medida que os anos se sucedem, as experiências vão-se somando, nossas crenças e valores sofrem várias transformações. Caminhamos em direção ascendente. Somos seres talhados para o conhecimento e a liberdade. Mesmo que custemos a compreender ou despertar para essa verdade, o fato é que nossa alma está sempre em busca de aprimoramento para uma vida mais feliz.As leis divinas, porém, jamais se alteram. Por mais que os séculos passem, a lei de deus será sempre a do amor. Mas como buscar esse amor dentro de nós, para que posamos levar adiante essa mensagem sem tropeçar na fatalidade e no sofrimento? O ser humano parece acostumado à dor, à derrota, aos castigos. Essa era a leitura que fazíamos dos nossos processos de amadurecimento, porque, até então, o propósito de nossa existência era a expiação de nossas culpas.
Hoje não acredito mais nisso. Penso que a vida só pode ser feliz se nos desapegarmos das dificuldades que impedem o nosso espírito de se libertar. Fomos criados para a felicidade, temos todo o potencial para realizar na matéria o que antes só parecia possivel em sonhos. É preciso, porém, não nos deixarmos levar pelas ilusões do mundo, que invertem os verdadeiros valores e nos aprisionam, muitas vezes, aos desejos inconsequentes e irrefreáveis.
Só o amadurecimento espiritual pode nos levar a isso. Somente conhecendo a nós mesmo estaremos aptos a aceitar nosso lado sombra e trabalhar para transforma-lo em luz. E podemos fazer isso sem sofrer, sem buscar para nossas vidas experiências traumáticas, difícies de superar. Devemos evoluir por amor a Deus. Penso que a maior gratidão que podemos demonstrar a Ele é a nossa felicidade.
Prefácio do livro Uma história de ontem de Mônica de Castro.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Palestras de Fevereiro 2012
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Quinta-feira
02- O bom samaritano - Antônio Cunha
09- A ovelha desgarrada - Antonina
16- O lugar menos importante do banquete - Cristina
23- O filho pródigo - Junilda
Sábado
04- O amigo necessitado - Lucimar Melo
11- O tesouro escondido- Jaldiney
18- carnaval
25- A figueira seca - Ieda Alves
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Cure a Sua Vida - a Reforma Íntima de Seus Pensamentos e Ações

Está é uma obra que aborda em profundidade a questão da saúde física e mental - sempre à luz do Espiritismo. A lei de Ação e Reação explica a atração de energias, positivas e negativas, conforme se pensa e se age. Por isso Rinaldo de Santis esclarece atraves do espirito Lázaro, a reforma íntima de pensamentos e ações é primordial para alcançar bons resultados.A pessoa que está enferma, antes de tudo , deve perdoar as ofensas cometidas por outros. Há pessoas que padecem de males há anos, no entanto, dizem não perdoar esta ou aquela ocorrência em sua vidas". Este livro oferece rudimentos teóricos e práticos para a obtenção da saúde, dá orientação, é consola. Fala à mente e ao coração - é um livro para todos os momentos.
Dica da semana foi da palestrante Lucimar Melo cujo o tema foi a parábola do Amigo Importuno.
Parábola do Amigo Inoportuno
"Qualquer de vós que tenha um amigo e vá procurá-lo à meia noite e lhe diga: - Empresta-me três pães, porque um amigo meu acaba de chegar a minha casa de uma viagem e nada tenho para lhe oferecer; se do interior o outro lhe responder: não me incomodes, a porta já está fechada,
eu e meus filhos estamos deitados, não posso levantar-me para tos dar; Se perseverar em bater, embora ele não se levante para lhos dar por ser seu amigo, ao menos por causa da importunação se levantará e lhe dará quantos pães precisar. Portanto eu vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á. Qual de vós é o pai, que, se o filho pedir um peixe, lhe dará em vez de peixe uma serpente? Ou se pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Ora, se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais ò vosso Pai celestial dará um bom espírito aos que lho pedirem?" (Lucas, 11:5-13).
Confortadora parábola! O caráter amoroso e paternal de Deus é aí retratado por Jesus, de forma eloquente, num contraste gritante com as concepções de até então, em que a divindade mais se parecia a um déspota cruel, irritadiço, sempre disposto a castigar e a destruir.
Principia fazendo-nos compreender que, aqui mesmo na Terra, se recorrermos a um amigo quando tenhamos necessidade de um favor, haveremos de o conseguir. Pode esse amigo não nos valer imediatamente, de boa vontade, pode até relutar em atender à nossa solicitação, mas, se instarmos com ele, ainda que seja para ver-se livre de nossa importunação, acabará cedendo. Pois se desconhecidos, ou mesmo adversários, quando pedem com tato e insistência, muitas e muitas vezes são atendidos, como não o seriam aqueles que gozam da simpatia e amizade do solicitado?
Se em vez de apelarmos para um amigo, o fizermos para o nosso pai, maior ainda será a certeza do atendimento. Sim, ainda que seja um filho mau e ingrato, cometa erros sobre erros, envergonhe a família com seus desvarios, ou abandone a casa para entregar-se mais livremente às suas perversões, nem por isso o pai deixará de correr ao seu encontro, tão logo 0 saiba arrependido e em sofrimento, para lhe dar tudo o de que necessite, antes mesmo que ele exponha sua miséria .
Ora, segundo o ensino claro e insofismável da parábola, Deus é infinitamente mais solicito para com suas criaturas do que o melhor dos amigos e o mais afeiçoado dos progenitores; assim, pois, qualquer que seja o grau de nossa imperfeição, de nossa indigência moral, se Lhe dirigirmos o nosso apelo, em prece sincera e quente, quando precisados de Seu auxílio, podemos estar certíssimos de que o socorro da Providência não nos faltará.
Não se suponha, entretanto, que basta pedir seja o que for, para que Deus aceda prontamente. Não. Ele sabe, melhor do que nós, aquilo que nos convém, o que é necessário ao nosso progresso espiritual, e é em função desse interesse mais alto que atende ou deixa de atender às nossas súplicas.
Tal qual um pai sensato que recusa ao filho o que possa prejudicá-lo, ou um cirurgião que deixa o doente sofrer as dores de uma operação que lhe trará a cura, assim Deus nos deixará sofrer, sempre que o sofrimento seja de proveito para a nossa felicidade futura. O que Ele nunca deixa de conceder, quando lhe pedimos, é a coragem, a paciência e a resignação para bem suportarmos os transes mais difíceis da existência, o que já não é pouco, pois nossas dores, então, doerão menos; é o amparo e a proteção dos nossos anjos de guarda a fim de sustentar-nos, e boas resoluções e preservar-nos de novas quedas, se de fato estivermos desejosos de volver ao caminho reto.
Essa parábola encerra, ainda, um solene desmentido aos que doutrinam que somente os demônios, ou espíritos imundos, é que podem manifestar-se aos homens, no Espiritismo ou fora dele, com poderes de simular o bem para melhor seduzi-los, pervertê-los e levá-los à perdição.
Em contraposição aos que afirmam tal heresia, admitindo que Deus só permita intervenções demoníacas, vedando ao mesmo tempo toda e qualquer manifestação de entidade bondosas, numa clamorosa parcialidade em proveito do mal, aí estão as palavras do Mestre, a esclarecer-nos que se um pai é incapaz de dar uma serpente ao filho que lhe peça um peixe, Deus, nosso Pai celestial, não poderia trair nossa fé e confiança n'Ele, dando-nos um espírito maligno quando lhe pedimos a assistência de um espírito bom.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Fevereiro
"A Virtude não consiste em assumirdes severo e lúgubre aspecto, em repelirdes os prazeres que as vossas condições humanas vos permitem. Basta reporteis todos os atos da vossa vida ao Criador que vo-la deu; basta que, quando começardes ou acabardes uma obra, eleveis o pensamento a esse Criador e lhe peçais, num arroubo d'alma, ou a sua proteção para que obtenhais êxito, ou a sua bênção para ela, se a concluístes. Em tudo o que fizerdes, remontai à Fonte de todas as coisas, para que nenhuma de vossas ações deixe de ser purificada e santificada pela lembrança de Deus."
(Evangelho Segundo o Espiritismo | Capítulo XVII | Item 10)
QUE POSSAMOS TER UM MÊS COM GRANDES VITÓRIAS.
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