1°de Dezembro Dia Mundial de Luta contra a AIDS.
Além das recomendações da medicina, na visão Espírita,
recomenda-se a não promiscuidade. A criatura humana deve manter-se dentro de
atividades monogâmicas, para que a fantasia não a leve a um desvario
desnecessário, que lhe trará muitas conseqüências no desvio da lei natural.
Na visão Espírita vamos observar que na maioria das vezes
que nosso corpo enfermar, quase sempre existe em nosso perispírito um
desequilíbrio profundo pedindo reajuste e que este desequilíbrio gera vibrações
pestilentas que desorganizam o corpo físico, deixando-o aberto às doenças. Dentro
da dialética Espírita não existe casualidade ninguém se contagia por acaso,
existe o convite, o contágio se faz quando existe a predisposição, afinidade
vibratória entre o perispírito e o vírus, seja ele HIV ou outro. Mas podemos
modificar o curso das nossas enfermidades, mudando o tom vibracional do nosso
perispírito, atuando na Fonte que é o Espírito e tudo isso passa pela nossa
moralidade.
É interessante observar que nenhuma das campanhas que se tem
feito nos mecanismos de comunicações, tem se dado ênfase a reforma moral do
indivíduo. Segundo a visão Espírita o único meio eficaz de combater e de
controlar a AIDS é pela reforma moral, pela moralização do ser, voltando
aos velhos costumes tidos como arcaicos, mas que trazem a responsabilidade aos
indivíduos no cultivo do sexo.
É preciso reeducar-nos moralmente, não porque os outros nos
cobrem tal reeducação. A transformação moral deve ser analisada, pensada,
vivida, sem imposição de outras criaturas, quando Jesus afirmou "ATIRE
A PRIMEIRA PEDRA AQUELE QUE ESTIVER SEM PECADO" foi justamente numa
passagem em que a questão estava ligada ao sexo.Nenhum de nós tem o direito de colocar o dedo em riste no
rosto de ninguém a respeito de sexo e ficarmos contando vantagens em matéria de
moral, quando em nossa vida particular temos problemas sérios, desta ou de
outras encarnações.
Todos nós carregamos imperfeições e julgarmo-nos
superiores é agir com hipocrisia e preconceito. As pessoas devem ser livres e
devemos auxiliá-las, se possível, dentro dos ensinamentos da Doutrina
Consoladora. Ainda não vivificamos a lei do amor, pois, se assim fosse não haveria
tanta violência no mundo.
Os nossos irmãos que
têm problemas psicológicos desta natureza devem procurar resolvê-los de acordo
com sua consciência e buscar realizar a sua reforma não porque os outros
impõem, mas porque é necessária, porque vão sentir-se felizes, mais próximos da
lei natural, que é a lei do amor. Todos nós temos o dever de participar para
uma melhor compreensão deste problema social, como cidadãos do planeta terra,
como verdadeiros cristãos, observando e seguindo a lei básica do Divino amigo
Jesus "AMAR O PRÓXIMO COMO A SI MESMO".
Os nossos irmãos que nascem com tendências homossexuais, não
devem ser marginalizados pela sociedade, eles precisam de carinho de conversa,
de orientação. Podemos fazer isso nos lares, nos Centros Espíritas aconselhando
os que chegam, não no sentido moralista, pejorativo, mas como irmão. Quando a
doença já estiver instalada, não há praticamente no momento uma solução médica
definitiva, mas espiritualmente, podemos auxiliá-los através do passe, da
leitura de livros sadios onde encontrarão subsídios para sua renovação mental.