Vítor Suarez, meu novo herói
Para que nós, espíritas, possamos
entender um pouco mais o que é evolução já sedimentada, fixada na alma.
Ela não planeja, nem se explica, ela é vivida em forma de impulso
natural, automático, em favor do amor ao próximo, da justiça. Ela não
tem máscara, nem medo, é corajosa e não se arrepende dos prejuízos se a
atitude está em consonância com os valores da alma.
Renato Argolo.
VEJAM ABAIXO MATÉRIA DA FOLHA.COM
O jovem Vítor Suarez Cunha, 21, que foi
agredido após defender um mendigo no Rio de Janeiro, teve alta na tarde
desta quarta-feira. Ele estava internado no Hospital Santa Maria
Madalena, na zona norte do Rio.
"Não me arrependo, não fiz nada heroico.
Faria isso hoje, faria isso amanhã. Quero retomar a minha vida, jogar
videogame, sair com os meus amigos e estudar", disse ao deixar o Santa
Maria Madalena.
Vítor deve voltar ao hospital em dez
dias para tirar os pontos. Segundos os médicos a recuperação completa do
jovem deve levar 90 dias.
O médico especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, Leonardo Peral, disse ontem (7) que Vítor pode ficar com sequela na movimentação do olho direito.
"O osso em volta do olho ficou esfarelado e não foi possível fixá-lo. Ele pode não conseguir olhar totalmente para cima, por exemplo. Mas só daqui três semanas, saberemos se haverá tal sequela", explicou.
No domingo (5), a vítima passou por uma complexa cirurgia para reconstrução da face. Ele recebeu 63 pinos de titânio, 8 placas e uma tela para consolidar as fraturas provocadas por socos e chutes.
Quatro suspeitos de espancar o jovem foram presos pela polícia. Segundo o delegado Deoclécio de Assis Filho, da 37ª DP (Ilha do Governador), apenas o quinto suspeito de agredir Cunha, já identificado, segue foragido. três agressores foram presos ainda no fim de semana e o quarto suspeito, Felipe Melo dos Santos, se apresentou ontem à polícia.
O grupo foi indiciado por tentativa de homicídio. Dois dos cinco suspeitos já tem passagens anteriores pela polícia por agressão e ameaça.
O crime ocorreu na madrugada de quinta-feira (2/fev/12), na praça Jerusalém, no Jardim Guanabara. Segundo o irmão de Vítor, Vinícius, 28, o estudante de desenho industrial estava com um amigo, identificado como Kleber, quando viu o grupo bater no morador de rua. Kleber correu para defender o homem e acabou sendo agredido também.
Fonte: Folha.com
O médico especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, Leonardo Peral, disse ontem (7) que Vítor pode ficar com sequela na movimentação do olho direito.
"O osso em volta do olho ficou esfarelado e não foi possível fixá-lo. Ele pode não conseguir olhar totalmente para cima, por exemplo. Mas só daqui três semanas, saberemos se haverá tal sequela", explicou.
No domingo (5), a vítima passou por uma complexa cirurgia para reconstrução da face. Ele recebeu 63 pinos de titânio, 8 placas e uma tela para consolidar as fraturas provocadas por socos e chutes.
Quatro suspeitos de espancar o jovem foram presos pela polícia. Segundo o delegado Deoclécio de Assis Filho, da 37ª DP (Ilha do Governador), apenas o quinto suspeito de agredir Cunha, já identificado, segue foragido. três agressores foram presos ainda no fim de semana e o quarto suspeito, Felipe Melo dos Santos, se apresentou ontem à polícia.
O grupo foi indiciado por tentativa de homicídio. Dois dos cinco suspeitos já tem passagens anteriores pela polícia por agressão e ameaça.
O crime ocorreu na madrugada de quinta-feira (2/fev/12), na praça Jerusalém, no Jardim Guanabara. Segundo o irmão de Vítor, Vinícius, 28, o estudante de desenho industrial estava com um amigo, identificado como Kleber, quando viu o grupo bater no morador de rua. Kleber correu para defender o homem e acabou sendo agredido também.
Fonte: Folha.com
Extraido do Site Bahia Espirita.
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